Comarca de Penalva divulga resultados de julgamentos

26/11/2020
Michael Mesquita

A Comarca de Penalva realizou nesta semana duas sessões do Tribunal do Júri, presididas pela juíza Nivana Pereira Guimarães. As sessões ocorreram na Câmara de Vereadores de Penalva, nos dias 24 e 25, terça e quarta-feira. O réu do primeiro julgamento foi Jeferson Gonçalves Pereira, acusado de crime de tentativa de homicídio praticado contra a vítima Nilson César Nabate. Ele foi considerado culpado pelo Conselho de Sentença e recebeu a pena de 5 anos e um mês de prisão, a ser cumprida inicialmente no regime fechado.

Segundo a denúncia deste caso, o crime ocorreu em 07 de janeiro deste ano, no Bairro Molheiro, em Penalva. Narra o inquérito que, por motivo torpe, o réu teria tentado contra a vida de Nilson César. O acusado, motivado pelo sentimento de vingança e com intenção de matar, teria efetuado alguns disparos de arma de fogo, não tendo matado a vítima por circunstâncias alheias à sua vontade. O conselho de sentença confirmou, por maioria de votos, a materialidade, a letalidade e a autoria do crime de tentativa homicídio, condenando o réu em razão da sua multireincidência.

Sobre o julgamento do dia 25, os réus foram Acácio Abreu Andrade, Rafael Andrade Cardoso e Gilsomar Abreu Andrade. Os três homens estavam sendo julgados sob acusação de crime de homicídio simples, tendo como vítima Alessandro Pereira. Destaca o inquérito policial que, no dia 7 de setembro de 2014, no Povoado Jacaré, na Zona Rural de Penalva, os réus teriam matado Alessandro. Os homens e a vítima estavam próximo ao campo da bola, e o crime teria sido cometido com a utilização de arma branca e arma de fogo.

Segue o inquérito narrando que a vítima estava acompanhada de mais três homens. Ato contínuo, o grupo se deparou com os réus, entrando em confronto. Por maioria de votos, o Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, mas absolveu os três acusados. Presidiu os trabalhos a juíza Nivana Pereira Guimarães. Atuou pela Promotoria de Justiça de Penalva o promotor Rogernilson Ericeira Chaves e atuou como advogado dos dois júris Hélio de Jesus Muniz Leite.

 

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