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Nejur promove Círculos de Paz em alusão ao Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+

Ações realizadas em São Luís e Vitorino Freire fortaleceram o diálogo, o respeito às diferenças e a cultura de paz

Publicado em 30 de Jun de 2026, 14h09. Atualizado em 30 de Jun de 2026, 14h15
Por Ascom/TJMA

Como parte das ações em alusão ao Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, celebrado em 28 de junho, o Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejur), do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), promoveu e incentivou a realização de Círculos de Construção de Paz voltados à valorização da diversidade, ao fortalecimento do respeito às diferenças e à promoção da cultura de paz.

A mobilização envolveu a equipe do Nejur e os Centros de Justiça Restaurativa do Maranhão, reafirmando o compromisso do Poder Judiciário maranhense com a promoção dos direitos humanos, da inclusão social e do diálogo como instrumento de transformação das relações.

IDENTIDADE, PERTENCIMENTO E RESPEITO

Em São Luís, no dia 26 de junho, facilitadores e facilitadoras do Nejur, juntamente com a coordenadora administrativa do Núcleo, Lígia Fernanda Abreu Pestana, conduziram, na Casa FloreSer, o Círculo de Construção de Paz com o tema "Identidade, Pertencimento e Respeito – Fortalecendo Vozes e Construindo Conexões".

A atividade reuniu pessoas acolhidas pela instituição em um espaço voltado à escuta ativa, ao diálogo respeitoso e à reflexão coletiva sobre diversidade, dignidade e convivência.

Por meio da metodologia restaurativa, os participantes compartilharam histórias, experiências e desafios relacionados à construção de suas identidades, ao sentimento de pertencimento e ao enfrentamento de situações de preconceito e discriminação.

Fotografia colorida em plano superior mostrando a mandala utilizada no Círculo de Construção de Paz. Sobre um tecido circular estão distribuídos objetos simbólicos, como uma girafa de pelúcia, um coração, canetas coloridas, cartões e placas com palavras como "Respeito", "Amor", "Empatia", "União", "Bondade", "Carinho" e "Paz". Também aparecem pequenos cartões com orientações da dinâmica, como "Sigilo", "Falar por si", "Respeitar o objeto da palavra" e "Cuidado com o tempo". Parte dos pés dos participantes é visível ao redor da mandala.

O círculo teve como objetivo oferecer um ambiente seguro e acolhedor para a troca de experiências, fortalecendo vínculos, a empatia, o senso de comunidade e valores fundamentais da Justiça Restaurativa, como respeito, inclusão, corresponsabilidade e reconhecimento da dignidade humana.

Durante o encontro, as reflexões reforçaram a importância da criação de espaços institucionais que acolham as diferenças, promovam o diálogo e incentivem o respeito à diversidade.

MOBILIZAÇÃO DOS CENTROS DE JUSTIÇA RESTAURATIVA

Além da ação promovida pelo Nejur, os Centros de Justiça Restaurativa também realizaram atividades alusivas à data em diferentes municípios maranhenses.

Em Vitorino Freire, no dia 25 de junho, o Centro de Justiça Restaurativa (CEJUR) promoveu Círculos de Construção de Paz com estudantes do Ensino Médio da Escola Rui Barbosa.

Fotografia colorida de uma sala de aula onde estudantes estão sentados em cadeiras organizadas em círculo durante uma atividade de Justiça Restaurativa. Os rostos dos participantes estão desfocados para preservar suas identidades. No centro da roda há uma mandala composta por cartões coloridos e objetos utilizados na dinâmica. Ao fundo, cartazes educativos estão afixados na parede, e há uma mesa com equipamentos de som. O ambiente é amplo e iluminado, favorecendo o diálogo coletivo.

Os encontros estimularam reflexões sobre respeito às diferenças, convivência democrática, inclusão, igualdade e valorização da diversidade no ambiente escolar. Por meio do diálogo restaurativo, os estudantes puderam compartilhar percepções, esclarecer dúvidas e discutir a importância do combate ao preconceito, à discriminação e à violência.

A iniciativa também buscou sensibilizar os jovens para o reconhecimento da diversidade como elemento essencial para a construção de uma sociedade mais justa, plural e inclusiva.

JUSTIÇA RESTAURATIVA E INCLUSÃO

As atividades desenvolvidas ao longo do mês de junho demonstram o potencial da Justiça Restaurativa para fortalecer o diálogo, a convivência respeitosa e o reconhecimento das diferentes identidades e trajetórias de vida.

Ao promover espaços seguros para a escuta, a fala e o reconhecimento mútuo, os Círculos de Construção de Paz contribuem para o desenvolvimento da empatia, da corresponsabilidade e do respeito às diferenças, favorecendo relações mais humanas e colaborativas.

 

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