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TJMA recebe representantes do CNJ em reunião técnica sobre o Programa Justiça + Segura

Iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) busca fortalecer a segurança da informação e consolidar práticas de governança digital no Judiciário brasileiro

Publicado em 28 de Mai de 2026, 16h11. Atualizado em 29 de Mai de 2026, 8h17
Por Márcio Rodrigo

Na manhã desta quinta-feira (28/5), o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) recebeu uma equipe do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para apresentação do Programa Justiça + Segura. A iniciativa integra um conjunto de ações voltadas ao fortalecimento da segurança da informação no Poder Judiciário brasileiro e tem como objetivo promover alinhamento estratégico entre os tribunais e o CNJ.

O TJMA foi escolhido como um dos sete tribunais-piloto para a implementação do programa, ao lado dos Tribunais Regionais Federais da 1ª, 3ª e da 4ª Região, do Tribunal de Justiça de São Paulo, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT). A seleção levou em consideração a maturidade tecnológica dessas instituições e sua capacidade de contribuir para o desenvolvimento de soluções de cibersegurança aplicadas ao Judiciário.

Durante a abertura, o presidente do TJMA, desembargador Ricardo Duailibe (imagem abaixo), destacou a relevância do tema e a satisfação em receber a equipe do CNJ. Ele ressaltou que a segurança cibernética é uma preocupação crescente e que o tribunal dispõe de equipes preparadas para atuar de forma preventiva.

Esta é uma fotografia em plano médio e horizontal, focada em um homem de meia-idade que parece estar discursando ou prestando um depoimento em um ambiente institucional ou político.

Nosso compromisso é garantir que os serviços da Justiça sejam cada vez mais ágeis e seguros, atendendo com eficiência aqueles que nos procuram”, pontuou. 

O desembargador José de Ribamar Froz Sobrinho, presidente dos comitês gestores de Segurança da Informação e de Proteção de Dados Pessoais do TJMA (CGSI e CGPD), reforçou que o assunto é prioridade nacional e lembrou que o CNJ tem tratado a segurança da informação como um dos pontos centrais de sua atual gestão. “Investir em tecnologia é essencial, mas investir nas pessoas que operam os sistemas é igualmente determinante. Vamos seguir trabalhando e ampliando ainda mais a nossa parceria com o CNJ”, finalizou.

Ele tem pele clara, cabelos grisalhos penteados para trás e usa óculos de grau com armação preta e retangular. Ele está com a boca ligeiramente aberta, indicando que está falando.

O diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação do TJMA, Cláudio Henrique Sampaio, enfatizou que o encontro teve como propósito alinhar estratégias e apresentar o programa Justiça + Segura. Segundo o diretor, o tribunal se sente honrado em participar da iniciativa e contribuir com os projetos que compõem o programa.

O juiz auxiliar da Presidência do TJMA, José Jorge Figueiredo dos Anjos Júnior, também destacou a importância da colaboração institucional. Ele lembrou que o tribunal já havia manifestado interesse em participar e que a segurança cibernética é um tema intersetorial, exigindo cooperação entre diferentes áreas e atores do Judiciário.

JUSTIÇA + SEGURA

Representando o CNJ, o juiz auxiliar da Presidência, Adriano Araújo (no destaque da imagem abaixo), contextualizou a criação do programa, fruto de parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Ele ressaltou que o Judiciário brasileiro é referência mundial em digitalização e inovação tecnológica, mas que esse avanço ampliou a superfície de ataque, tornando necessária uma resposta institucional robusta em cibersegurança.

Ele veste um terno cinza-escuro texturizado, camisa social branca e uma gravata vermelha com pequenos padrões geométricos claros. Na lapela esquerda do paletó, há um broche ou pin circular metálico com um brasão ou emblema.

  • O magistrado destacou ainda que o TJMA foi escolhido por sua representatividade e maturidade tecnológica, podendo atuar como liderança regional na cooperação com o CNJ. Ele reforçou que o programa Justiça + Segura busca equilibrar inovação e segurança, garantindo proteção aos sistemas judiciais eletrônicos e às informações sensíveis que circulam no âmbito do Judiciário.

O encontro também contou com a participação do juiz e coordenador do Comitê Gestor de Proteção de Dados Pessoais, Francisco Soares Reis; do juiz auxiliar da Presidência do TJMA, Pedro Guimarães Júnior; do juiz coordenador de Planejamento Estratégico do TJMA, Márcio Brandão; do chefe substituto da Divisão de Segurança da Informação do CNJ, Hyago Mariano; do associado de Gestão de Projetos de TI, Tiago Sousa, e da associada de Comunicação do CNJ, Danielle Pereira. Além deles, Fabiano Lima, analista técnico de gestão do Programa Justiça + Segura, apresentou os eixos e projetos que compõem a iniciativa. 

Esta é uma fotografia em plano geral e ângulo levemente superior, mostrando uma reunião de trabalho em uma sala de conferências corporativa ou institucional.  Abaixo estão os detalhes da imagem organizados por seções:  Disposição e Pessoas A Mesa: Uma longa mesa retangular de madeira clara corta a imagem na diagonal.

O encontro entre TJMA e CNJ prossegue na tarde desta quinta-feira (28/5), com reunião técnica na sede da Diretoria de Tecnologia da Informação do tribunal (imagem acima), e terá continuidade ao longo desta sexta-feira (29/5).

Clique e acesse o álbum do fotógrafo Ribamar Pinheiro/TJMA

 

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