A Escola Superior da Magistratura do Maranhão (ESMAM) abriu, nesta quarta-feira (4), a temporada 2026 do projeto Conectando Leituras com um encontro que reuniu servidores e servidoras em torno da obra Se Eu Pudesse Viver Minha Vida Novamente, de Rubem Alves. A atividade, promovida pela Biblioteca Madalena Serejo, aconteceu em formato híbrido, com transmissão pela plataforma Zoom, e estreou o que pretende ser um ano inteiro de conversas profundas e debates sobre literatura, sociedade e humanismo dentro do Poder Judiciário maranhense.
O público foi convidado a escolher a obra entre três títulos: Ponciá Vicêncio, de Conceição Evaristo , Pequena Coreografia do Adeus, de Aline Bei e Se Eu Pudesse Viver Minha Vida Novamente, de Rubem Alves. A votação consagrou as crônicas de Rubem Alves, que ocasionou um rico diálogo a respeito dos diversos sentimentos suscitados pela leitura que destaca a importância de viver o agora.
SOBRE A OBRA
A obra reúne crônicas e reflexões sobre a arte de viver, escritas pelo educador e psicanalista Rubem Alves aos 70 anos de idade. Inspirado no poema Instantes, o livro propõe uma reflexão sensível sobre o tempo, as escolhas e a importância de viver o presente com mais leveza e sabedoria.

O encontro ocorre de forma híbrida e conta com a participação de servidores(as) de diversas comarcas do Estado
A supervisora de Documentação e Biblioteca da ESMAM, Manoelle Santos, destacou que o processo de curadoria das obras para o I Conectando Leituras de 2026 foi conduzido com critério e sensibilidade, com o propósito de dar visibilidade à campanha Janeiro Branco e incentivar reflexões sobre saúde emocional. Segundo ela, a escolha de Rubem Alves reforça esse compromisso, uma vez que sua obra convida à valorização do momento presente e ao aprofundamento das experiências humanas por meio da leitura.
“Mais uma vez, contamos com a participação imersiva das leitoras e leitores, que nos proporcionaram momentos de grande alegria. Vivenciamos trocas valiosas que reforçam o propósito do projeto: criar laços por meio da literatura. Para a equipe organizadora, observar o impacto emocional e transformador da leitura compartilhada é a confirmação de que o projeto cumpre sua missão e supera todos os nossos objetivos”, afirmou.
COMO FUNCIONA
Com encontros bimestrais, mediação interativa e escolha participativa das obras, o Conectando Leituras funciona como um clube literário institucional. Na opinião da diretora da ESMAM, desembargadora Sônia Amaral, a iniciativa é mais que um incentivo ao ato de ler, é um espaço de convivência, escuta, partilha e reflexão que amplia o repertório cultural, estimula o senso crítico e fortalece a dimensão humana do trabalho judicial.
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