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CGJ-MA reúne-se com TRT-16 para implantação de Núcleo de Pesquisa Patrimonial

PLANEJAMENTO E INOVAÇÃO

Publicado em 15 de Jul de 2026, 18h28. Atualizado em 15 de Jul de 2026, 18h29
Por Denise Raquel

A Corregedoria Geral da Justiça do Maranhão (CGJ-MA) participou, na manhã desta quarta-feira, 15 de julho, de reunião técnica no Núcleo de Pesquisa Patrimonial (NPP) do Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT-16). O encontro integra a etapa de preparação para a implantação do núcleo na Justiça estadual maranhense.

Participaram da reunião o juiz Francisco Reis Júnior, coordenador da Divisão de Planejamento e Inovação da CGJ-MA; a coordenadora de Planejamento e Inovação, Haylla Castelo Branco; e a chefe da Divisão de Projetos, Marina Abreu. Representando o TRT-16, estiveram presentes a juíza auxiliar da Presidência, Ângela Cristina Carvalho Mota Luna, e o juiz Maurílio Neres, titular da Vara do Trabalho de Barra do Corda e juiz auxiliar do Juízo Auxiliar de Execução (JAE)

Durante a reunião, representantes do NPP do TRT-16 apresentaram a estrutura de funcionamento do núcleo, os fluxos de trabalho adotados e a experiência da Justiça do Trabalho na pesquisa patrimonial. A implantação atende ao Provimento nº 226/2026 da Corregedoria Nacional de Justiça, que tornou obrigatória a criação dos NPPs como instrumentos de apoio à efetividade da execução 

Para o juiz Maurílio Neres, o aprimoramento da busca patrimonial é a chave para destravar o Judiciário. "A execução é hoje o maior gargalo processual identificado pelo relatório Justiça em Números. Ao centralizarmos a inteligência de dados, tornamos a entrega do direito muito mais efetiva", pontuou.

A coordenadora do NPP do TRT-16, Silvia Costa Ferreira, reforçou que o foco é a satisfação do crédito do jurisdicionado. 

Francisco Reis Júnior, juiz coordenador da Divisão de Planejamento e Inovação da CGJ-MA, agradeceu a troca de experiências, destacando que o conhecimento contribuirá para que o novo núcleo estadual já nasça com foco em alta performance.

“(...) Essa visita significa um ato de colaboração institucional que trará benefícios diretamente aos jurisdicionados" afirmou o juiz Francisco Reis. 

NPPs

O NPP tem como finalidade auxiliar a localização de bens de pessoas executadas e de pessoas interpostas, prevenir fraudes à execução, evitar diligências repetidas e apoiar as unidades judiciais na fase de execução. Para isso, o núcleo pode fazer requisições diretas a órgãos públicos, cartórios, juntas comerciais e instituições financeiras, além de usar mineração de dados e atuação em rede.

A medida tem como meta reduzir o congestionamento na fase de execução, etapa em que os processos costumam ficar parados por falta de bens localizados para pagamento das dívidas.

Assessoria de Comunicação
Corregedoria Geral da Justiça
asscom_cgj@tjma.jus.br

 

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