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16ª Vara Cível aumenta produtividade com gestão de rotinas

SÃO LUÍS

Publicado em 17 de Jun de 2026, 12h33. Atualizado em 17 de Jun de 2026, 12h39
Por Priscilla da Costa

A juíza titular da 16ª Vara Cível de São Luís, Alice Prazeres Rodrigues, vem realizando reuniões periódicas de trabalho com servidores e servidoras da unidade judiciária para melhorar o fluxo de trabalho e dar maior celeridade aos processos. Esta semana, a magistrada se reuniu com a equipe para discutir os resultados alcançados nos primeiros cinco meses de 2026 e estabelecer novas metas para o aumento da produtividade.

De janeiro até maio deste ano, foram sentenciados 1.030 processos, proferidas 2.695 decisões e 1739 despachos, somando 5.464 atos processuais. No mesmo período do ano passado, foram 655 sentenças, 1.733 decisões e 1.934 despachos. Os números, extraídos do Termojuris (sistema de estatísticas de processos), representam um aumento de 26% na produtividade da 16ª Vara Cível. Atualmente tramitam na unidade judicial 3.052 processos.

Segundo a magistrada Alice Prazeres, a utilização da tecnologia tem contribuído para o alcance desse resultado. “Temos vivenciado melhorias dos sistemas; passamos do processo físico para o digital e vamos evoluindo e aprendendo a utilizar as ferramentas. O próprio sistema do Processo Judicial Eletrônico (PJE) tem vários recursos disponíveis”, afirmou a juíza.

A unidade realizou diagnóstico operacional e a qualificação permanente dos servidores e servidoras em tecnologia. Para o alcance desses resultados foi feita revisão de rotinas, reduzindo o tempo da tramitação dos processos, com maior agilidade e resolutividade processual.

Alice Prazeres aponta a Inteligência Artificial (IA) como grande aliada na análise dos processos. Segundo a juíza, o uso da IA possibilita a extração de dados com mais rapidez e maior confiabilidade, possibilitando uma análise processual mais segura. A magistrada destaca também a importância do treinamento e capacitação para a utilização da IA pela equipe da unidade judicial, além do uso da ferramenta com consciência e responsabilidade.

O uso de IA pelo Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) segue as diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) previstas na Resolução CNJ nº 615/2025. O documento orienta os tribunais para garantir o equilíbrio entre inovação, segurança jurídica e direitos fundamentais.

Núcleo de Comunicação do Fórum de São Luís

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