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Estudantes do Colégio Universitário recebem formação em Agentes de Inclusão Digital 

A formação abordou o sistema de funcionamento da Justiça e noções sobre direitos

Publicado em 11 de Mai de 2026, 10h30. Atualizado em 11 de Mai de 2026, 10h34
Por Helena Barbosa

Um turma do ensino médio do Colégio Universitário da UFMA, em São Luís, participou, nos dias 7 e 8 de maio, da 6ª Edição da Formação de Agentes de Inclusão de Cidadania Digital, com o objetivo de capacitar jovens a atuar como mediadores entre a população e os serviços digitais de acesso a direitos e serviços do Judiciário.

O curso foi oferecido pelo juiz Alexandre Abreu, titular do 5º Juizado Cível de São Luís, autor do projeto, para proporcionar conhecimentos sobre direitos, habilitar facilitadores de acesso às ferramentas digitais do Judiciário e possibilitar às pessoas excluídas do ambiente digital o acesso aos meios tecnológicos de defesa de direitos.

Foram realizadas apresentações teóricas e dialogadas, incentivando a participação dos estudantes em estudo de casos-problema inspirados em situações enfrentadas no Juizado; e prática no uso das ferramentas digitais.

FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE JUSTIÇA

Na programação do curso, a turma foi informada sobre o funcionamento do  sistema de Justiça - Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, OAB e segurança pública - e sobre a estrutura da Justiça - varas comuns, especializadas e juizados especiais. 

A formação também abordou os Direitos de Cidadania: proteção das pessoas vulneráveis: crianças, mulheres, idosos, consumidores,vizinhança e família, com simulação de atendimento ao público.

Os estudantes tiveram a oportunidade de discutir temas como a inclusão e exclusão digital, segurança digital e ferramentas de acesso à justiça, como registro de demandas junto aos juizados, balcão virtual, conciliação e  Medida Protetiva de Urgência e “Meu INSS”.

JUIZADO ESPECIAL

Parte da programação foi destinada a conhecer a estrutura e o funcionamento do 5º Juizado Cível e Centro de Cidadania, que funcionam  no campus da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

Foram repassados conhecimentos sobre a tramitação do processo conforme o rito da Lei nº, suas etapas, e realizada uma atividade prática de provas e documentos para a realização da “Atermação Online” (registro de ação pela internet).

Também integrou a programação a explicação sobre a importância do uso da técnica de Linguagem Simples na redação de textos jurídicos, com o objetivo de simplificar a redação de atos, de modo a tornar mais acessível e compreensível a decisão judicial, conforme o "Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples", firmado pelo Supremo Tribunal Federal com os tribunais.

Assessoria de Comunicação
Corregedoria Geral da Justiça
asscom_cgj@tjma.jus.br





 

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