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Corregedor José Luiz Almeida destaca realizações da gestão no Tribunal de Justiça

Desembargador citou principais projetos e agradeceu o apoio recebido

Publicado em 22 de Abr de 2026, 14h34. Atualizado em 22 de Abr de 2026, 15h56
Por Helena Barbosa

O corregedor-geral da justiça do Maranhão, desembargador José Luiz Almeida, fez um relato das principais atividades realizadas duante a sua gestão à frente da Corregedoria Geral da Justiça na sessão plenária desta quarta-feira, 22, ao longo de dois anos (2024-2026).

José Luiz Almeida destacou, dentre o trabalho realizado, os projetos “Prioridade Extraordinária” e “Sentença Extraordinária, que promoveram uma “revolução positiva” e alçaram a Justiça estadual a uma posição de destaque dentre as cortes estaduais, no quesito produtividade no julgamento de processos.

“Alcançamos níveis de excelência e estamos, hoje, na quarta posição entre tribunais de médio porte e, na sétima posição, no quesito de produtividade, entre os tribunais estaduais”, declarou.

MAIOR ALCANCE SOCIAL

Dentre os projetos, o corregedor considerou “Prioridade Extraordinária” o de maior alcance social. “Mais de 30 mil cidadãos com mais de 80 anos aguardam uma decisão do Poder Judiciário e mais de 27 mil com mais de 60 anos aguardam uma decisão do Poder Judiciário, e nós abrimos os olhos para essa questão”, disse.

O corregedor  informou ter percorrido mais de 21 mil quilômetros nos últimos dois anos, visitando as comarcas e conversando e orientando juízes e juízas, para o Tribunal de Justiça alcançar a premiação do Selo Diamante, oferecida pelo CNJ e conquistada em 2025.

Foram realizadas 13 sindicâncias realizadas para investigar supostas irregularidades e, com base nessas, instaurados PADs contra juízes e servidores, e, pela primeira vez na CGJ-MA, realizados PACs com três juízes. Apenas 1 processo de sindicância não foi julgado.

REALIDADE DA JUSTIÇA 

Nos dois anos à frente da CGJ-MA, o corregedor revelou ter conhecido a realidade da Justiça em todo o Estado do Maranhão e que, apesar de tudo o que foi feito, muito ainda resta a fazer, citando a situação das comarcas que estão interditadas devido a obras ainda não concluídas.

“Eu compreendo. Em uma gestão não é possível fazer tudo. Uma gestão não se encerra própria. Apenas planta uma semente, para que futuras gestões possam colher os frutos que foram plantados”, admitiu.

Nas palavras do corregedor,  “foram incontáveis as reuniões, os projetos que tivemos, as angústias pelas quais passamos, sempre procurando encontrar um caminho e uma  solução que pudesse melhoriar a vida das pessoas”. 

REALIZAÇÃO DE UM SONHO

O corregedor agradeceu o apoio do Tribunal de Justiça, de seus juízes e juízas auxiliares e coordenadores e coordenadoras, servidores e servidoras, pelos resultados obtidos e enfatizou que viveu na Corregedoria os melhores momentos da sua vida profissional e a realização de um sonho.

“Enquanto magistrado, você faz aquilo o que é possível naquele mundo circunscrito em que pouco ou quase nada se pode fazer, além de julgar com responsabilidade. E a Corregedoria me deu oportunidade de fazer algo que definitivamente marcou a vida dos jurisdicionados, até onde foi possível fazer”, frisou.

Por último, ressaltou, ainda, ter ouvido de juízes e juízas dos estados do Piauí, Bahia, Paraná e Santa Catarina e outros, elogios destacados para o Poder Judiciário do Maranhão, falando sobre a organização, os critérios para a promoção de magistrados e respeito ao servidor, o que permitiu mobilizar as pessoas em prol do Poder Judiciário.

- Veja o pronunciamento do corregedor-geral da CGJ-MA: 


Assessoria de Comunicação
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