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Atuam como instrutores, os conciliadores Guilherme Freire, Maíra de Castro, Dinalva Feitosa e Aline Dutra (Foto: Ribamar Pinheiro)

Atuam como instrutores, os conciliadores Guilherme Freire, Maíra de Castro, Dinalva Feitosa e Aline Dutra (Foto: Ribamar Pinheiro)

CONCILIAÇÃO | Justiça reforça capacitação de conciliadores e mediadores judiciais no Maranhão

14
MAI
2019

09:42

Mais 30 conciliadores e mediadores judiciais estão sendo capacitados pela Escola Superior da Magistratura (ESMAM) para atuarem na justiça estadual. A iniciativa impulsiona a politica de conciliação e mediação do Poder Judiciário do Maranhão, incentivando métodos alternativos de resolução de conflitos nas mais diversas áreas.

A turma é formada por servidores do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) e acadêmico das instituições de ensino superior parceiras do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Soluções de Conflitos (Nupemec-TJMA).

Atuam como instrutores internos, os conciliadores Guilherme Freire, Maíra de Castro, Dinalva Feitosa e Aline Dutra, todos habilitados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Desde 2014, quando a escola judicial passou a atuar na preparação de pessoal para atuar nos núcleos de conciliação da justiça estadual, 1.045 participantes, entre servidores, estudantes universitários e profissionais de nível superior, integraram 52 turmas do curso de formação. Outras 19 estão programadas no calendário de cursos de 2019.

O CURSO

Além dos aspectos técnicos relativos à formação de conciliadores, o curso tem como objetivo caracterizar a postura do ser humano frente ao conflito e as diversas abordagens de sua resolução, identificando os efeitos da atuação facilitadora na produção de resultados satisfatórios para as partes em conflito.

Os candidatos também são treinados para identificar o conceito, os elementos e o escopo do processo de mediação; os indicadores de qualidade que mensurarão o grau de sucesso da mediação e guiarão o processo de certificação dos mediadores; e a mediação como componente da política pública do Poder Judiciário para a disseminação de uma cultura de paz.

De acordo com a proposta formativa, os participantes também aplicam as 12 ferramentas utilizadas pelo mediador para estimular as partes a identificarem possíveis soluções para o conflito: sessões privadas, afago, recontextualização, validação de sentimentos, audição de propostas implícitas, silêncio, inversão de papéis, geração de opções, normalização, organização de questões e interesses, enfoque prospectivo e teste de realidade.

PRÁTICA

Ao concluírem os módulos teóricos, os alunos são encaminhados para o estágio supervisionado obrigatório, sob termo de compromisso e adesão, com duração de 60 horas-aulas. A prática acontece nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania do Tribunal de Justiça do Maranhão (CEJUSC-TJMA), na capital e no interior.

Após essa fase, o candidato atua por 12 meses como mediador/conciliador voluntário no Tribunal de Justiça, sendo considerado para computo desse período o tempo de estágio realizado.

Comunicação ESMAM
(esmam@tjma.jus.br)
(98) 3235 3231 

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