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Juíza Sara Gama

Juíza Sara Gama

Vara da Mulher de Imperatriz vai firmar parceria com entidades

A parceria vai oferecer qualificação profissional e atendimento médico e odontológico às mulheres vítimas de violência

28
FEV
2013

11:36

A Vara Especial de Combate à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, em Imperatriz, vai fechar uma parceria com o Sest (Serviço Social do Transporte), e com o Senat (Serviço Nacional de Aprendizagem no Transporte), com o objetivo de oferecer qualificação profissional às mulheres vítimas de violência doméstica.

 

A solenidade para a assinatura do termo de parceria acontece no próximo dia 6 de março, no auditório da Vara da Mulher. A cerimônia vai contar com a presença de representantes da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher. No mesmo dia, a vara promoverá o lançamento da campanha “Diga Não ao Não-atendimento” de iniciativa da própria unidade judicial.

 

“Além da qualificação, as vítimas e seus dependentes também terão direito a atendimento médico e odontológico”, ressalta a juíza Sara Fernanda Gama, titular da Vara da Mulher em Imperatriz. Ela observa, ainda, que as entidades citadas não são civis, sem fins lucrativos, e que as mulheres beneficiadas com a parceria são atendidas pelo projeto "Justiça Social: além dos limites processuais".

 

A solenidade vai ocorrer no dia 06 de março no auditório da Vara da Mulher, e contará com a presença dos representantes da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Nesse mesmo dia, ocorrerá também o lançamento da campanha “Diga não ao não atendimento”, de iniciativa da Vara da Mulher de Imperatriz.

 

Sobre o projeto - O projeto, iniciado em 2009, foi idealizado e construído a partir da análise da demanda de atendimento jurisdicional, dos atendimentos do setor de Serviço Social e da pesquisa documental sobre o perfil das vítimas e do autor de violência doméstica e familiar contra a mulher, sendo constatado que a violência perpassa todas as classes sociais. “No entanto, quando acontece nas classes mais populares, em razão da própria vulnerabilidade socioeconômica, a violência se torna mais visível e essas vítimas são justamente àquelas mais fragilizadas”, explica Sara Gama.

 

“Essas mulheres têm buscado junto à Justiça apoio, proteção e respostas concretas, para além das questões processuais, configurando assim, um processo de judicialização do fenômeno da violência”, destacou. O projeto “Justiça Social: Além dos Limites Processuais”, tem caráter interventivo para o enfrentamento do fenômeno da violência doméstica e familiar contra a mulher por meio de ações afirmativas, que contribuam para o processo de empoderamento das mulheres vítimas, bem como, a possível quebra do ciclo da violência.

 

Michael Mesquita, com informações do Fórum Ministro Henrique de La Roque (Imperatriz) (99) 3529-2046

 

Assessoria de Comunicação da CGJ

asscom_cgj@tjma.jus.br

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(98) 3221-8527

 

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